“Educare” na hipermodernidade
O determinismo da hipermodernidade, resultante do profuso avanço tecnológico, marcado por convergências e conexões, está a redesenhar o conceito de "educare".
Possibilitando ao aprendente uma ubiquidade há muito desejada, as tecnologias proporcionam-lhe o acesso, fácil e rápido, ao conhecimento e a participação em prolíferos ambientes e comunidades de aprendizagem. O grande desafio da Escola prende-se com a apropriação das vantagens pedagógicas deste “educare” inovador e a sua harmonização com as metodologias tradicionais de mérito reconhecido, caminhando numa só direção: a aprendizagem e o sucesso dos alunos, agora "nativos digitais".
São as características destes ecossistemas de aprendizagem em rede (dinamismo, fluidez, abertura, flexibilidade, autonomia, partilha, colaboração…) que impulsionam a democratização da educação e da cultura no ciberespaço, onde todos podem ser consumidores e produtores.
A viabilização de outros modos e recursos de “educare” terá de originar nos agentes educativos a assunção de novos papéis que reconfigurarão o ato educativo. O método mais eficiente será o blended learning, pois combina o que de melhor existe em cada um dos modelos educacionais, tradicional-presencial e moderno-virtual, correspondendo às necessidades e aos interesses personalizados dos alunos.
Neste contexto, afigura-se imprescindível apostar na literacia da informação junto dos aprendentes, de modo a rentabilizar esta polifonia educacional e cultural globalizante e a fazer-se uso devido da propriedade intelectual.
Os vídeos publicados complementam a informação titular da presente síntese reflexiva.
Saudações Digit@is😉
Saudações Digit@is😉
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